sábado, 4 de novembro de 2017

UMA NOVA CRIAÇÃO


«Infelizmente, certas teologias cristãs equiparam a conversão a uma troca de etiqueta no frasco em vez de uma troca de conteúdo. A salvação torna-se numa transacção judicial que dá início a um novo estatuto. O Cristianismo bíblico, porém, declara que o conteúdo da vida tem de passar por uma transformação. Sempre que o direito de posse passa de Satanás para Cristo, inicia-se um processo que, quando concluído, terá revolucionado a vida do indivíduo. Embora esse processo envolva a cooperação do crente, porque a santificação nunca é imposta, mas voluntariamente aceite, os Cristãos não devem nunca supor que os seus esforços são dignos de mérito. As estátuas não conseguem exclamar: ‘Vejam o que eu fiz de mim mesma!’ As estátuas não têm mais poder para se criarem a si mesmas do que os Cristãos para se transformarem a si mesmos. Jeremias indagou retoricamente: ‘Pode o leopardo mudar as suas manchas’ (Ver Jer. 13:23). Ambos os Testamentos estão obviamente de acordo em que os crentes se tornam novas criaturas por meio da graça divina em vez de ser por vontade pessoal própria e por mudanças externas superficiais.» – Manual de Estudo da Escola Sabatina, 3º Trimestre 2017 Dinamizador, págs. 184-185.

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