sábado, 4 de novembro de 2017

O JULGAMENTO DOS ÍMPIOS


«Durante os mil anos, entre a primeira e a segunda ressurreição, terá lugar o julgamento dos ímpios. O apóstolo Paulo indica esse juízo como um acontecimento a seguir ao segundo advento. ‘Não julguem antes do tempo; esperem que venha o Senhor. Ele é que há-de iluminar o que está às escuras e dará a conhecer as intenções secretas de cada um’ (I Coríntios 4:5, BN). Daniel declara que, quando veio o Ancião de dias, ‘pronunciou uma sentença a favor do povo santo do Deus Altíssimo. Chegou então o momento em que esse povo de santos havia de receber o poder real’ (Daniel 7:22, BN). Nessa oportunidade, os justos reinarão como reis e sacerdotes diante de Deus. João, no Apocalipse, diz: ‘Vi também alguns tronos. Os que se sentaram neles receberam o poder de julgar. … Eles serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e hão-de reinar com Ele durante mil anos’ (Apocalipse 20:4, 6, BN). É nesse tempo que, conforme foi predito por Paulo, ‘os santos hão-de julgar o mundo’ (I Coríntios 6:2). Em união com Cristo, julgam os ímpios, comparando os seus actos com o código – a Escritura Sagrada – e decidindo cada caso segundo as acções praticadas. Então é determinada a parte que os ímpios devem sofrer, segundo as suas obras; e registada em frente ao seu nome, no livro da morte.) – O Grande Conflito, pág. 566, Ed. Oferta, Publicadora SerVir, 2012.

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